Presságio nas entrelinhas

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Atenção, se você ainda não viu esse filme, NÃO leia esse post.

Muito bem, vamos lá.

Primeiramente, não se deixe levar pela expressão angelical do rosto de Nicolas Cage. Como vários outros trabalhos do ator, Presságio é um filme forte, daqueles que te faz ficar tenso na poltrona do cinema.

A história se desenrola da seguinte maneira: numa cidadezinha dos Estados Unidos, 50 anos atrás, os alunos de uma escola fazem desenhos de como eles achavam que seria o mundo em 2009 e os colocam numa cápsula do tempo.

Nicolas Cage interpreta um astrofísico (John Koestler), cujo filho estuda hoje nessa mesma escola. O garoto, Caleb, recebe juntamente como as outras crianças, um envelope da cápsula, aberta num evento em comemoração ao aniversário da escola.

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Entretanto, ao invés de conter um desenho, há uma folha com diversos números. A garotinha que os fez aparece como personagem central nos primeiros minutos do filme, estranha e triste, aparentemente portadora de esquizofrenia, rabiscando freneticamente todos aqueles números. John descobre que eles são códigos com datas dos piores desastres ocorridos ao redor do globo nos últimos 50 anos. O astrofísico descobre ainda que três catástrofes estão para acontecer, e tentará evitá-las.

Em uma noite insone, John começa a perceber um padrão...

Em uma noite insone, John começa a perceber um padrão...

Pode parecer um roteiro simples, mas não é. O filme é entremeado de conteúdos estranhos e densos, para alguns mais próprios do realismo fantástico, para outros bem reais.

Enquanto a história prossegue, trazendo-nos personagens novos, o astrofísico interpretado por Cage cambaleia entre as tragédias, sem conseguir evitá-las, só para descobrir que a última delas teria, de qualquer forma, transformado seus esforços em vão, pois recairá sobre a humanidade inteira.

Trata-se do próprio apocalipse.

John no momento mais tenso do filme

John no momento mais tenso do filme

O fim, como descrito na Bíblia, virá com o fogo, fogo do nosso sol que, após ter criado as condições propícias ao surgimento da vida na Terra, irá devastá-la com uma grande erupção em sua superfície. John conhece bem a gravidade da situação, e sabe que não há o que se possa fazer para impedir.

Sabemos perfeitamente que o sol possuiu uma superfície brilhante. Chama-se fotosfera. É ela quem produz a luz de chega até nós e mantém a vida no planeta.

Como a Terra, o sol também gira ao redor de si mesmo, porém nossa estrela não é um corpo rígido. Em função disto, a rotação é diferenciada de acordo com a latitude. Enquanto a região equatorial leva 26 dias para completar uma volta em torno do eixo, nos pólos a rotação pode durar até 30 dias. Isso cria uma deformação no campo magnético do sol que provavelmente é a causa principal das manchas.

As manchas solares são áreas escuras que surgem na superfície do sol sempre aos pares.

Uma mancha solar captada por uma câmera comum

Uma mancha solar captada por uma câmera amadora

A medida em que caminha para o ápice do ciclo, as manchas tornam-se mais comuns

A medida em que caminha para o ápice do ciclo, as manchas tornam-se mais comuns

Alem de mais frias que as áreas ao redor, elas se caracterizam por uma intensa atividade magnética. Linhas de campo magnético saem por uma mancha e entram por outra.

observem as distorções no plasma causadas pelos igualmente assimétricos campos magnéticos

observem as distorções no plasma causadas pelos igualmente assimétricos campos magnéticos

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Períodos de atividade máxima e mínima compõe o ciclo solar, cuja duração é de 11 anos.

Ocasionalmente, nuvens de gás da camada inferior à fotosfera escapam pelas manchas, acompanhando as linhas de campo em direção ao espaço. Os arcos de gás então formados recebem o nome de proeminências, e podem durar vários meses acima da superfície.

Quando esses arcos atingem altura crítica, podem romper numa ejeção de massa coronal.

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As vezes, alterações repentinas em localidades onde o campo magnético estava muito concentrado geram explosões abruptas e muito violentas denominadas fulgurações solares.

as fulgurações ocorrem quando os níveis de magnetismo alcançam o ápice

as fulgurações ocorrem quando os níveis de magnetismo alcançam o ápice

As fulgurações expelem grande quantidade de partículas através do espaço (gás, elétrons livres, raios-x, etc.) e ao interagirem com o campo magnético da Terra, criam auroras boreais nos pólos.

Em outubro de 2003, a atividade solar foi tão mais intensa que se observaram auroras em várias partes dos Estados Unidos, mesmo nas regiões mais ao sul. Nesse ano, os astrônomos se surpreenderam com a quantidade e o tamanho das manchas, algumas maiores que o planeta Júpiter.

Ao chegar à Terra, as partículas do vento solar ionizam a atmosfera, interferindo ou mesmo impedindo a comunicação via ondas de rádio, usadas por nossos satélites e antenas. Se forem fortes o suficiente, induzem descargas de energia na fiação elétrica, podendo causar blecautes. No filme vemos com bastante clareza esses tipos de interferências.

as linhas brancas são os ventos solares, a roxa representa a zona de impacto e as azuis são o campo magnético da Terra

as linhas brancas são os ventos solares, a roxa representa a zona de impacto e as azuis são o campo magnético da Terra

Voltemos ao fime. Havia dito que é entremeado de conteúdos estranhos. Um desses elementos é a presença inquietante de homens que rondam a casa e os personagens, em especial o garoto, Caleb.

A maneira de andar, a altura, o aspecto dos olhos, a forma dos rostos, o tom e a textura da pele, a cor, o comportamento… Existe algo neles que nos desperta um sentimento antigo, pavoroso.

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Ainda que os fanáticos possam perceber isso antes, é lá pelo final do filme que esses seres se revelarão extraterrestres.

Sim, alienígenas.

Nesse aspecto, o filme me lembrou bastante Os Esquecidos, e acho que foi isso que me fez desconfiar. No entanto, é perceptível que houve um estudo bastante aprofundado para se construírem esses personagens pois a aparência deles está extremamente fiel aos relatos mais confiáveis de contatos de humanos com seres de aspecto angelical.

Apesar da variedade quando se trata da morfologia dada aos extraterrestres, testemunhas em todo o mundo relatam contatos com seres incrivelmente belos, que passam mensagens importantes quanto ao futuro da humanidade. É nesse ramo da ufologia que o filme se apóia.

Para muitos estudiosos, essa raça ou raças altamente desenvolvidas de aliens está presente na história do homem desde o início, e as evidências dessa presença encontram-se marcadas nos livros sagrados. Blasfêmia? Eles vão além e defendem que nossas religiões e mitos repousam suas bases no contato de povos primitivos com inteligências oriundas do espaço.

Esta tapeçaria do Século XIV nos mostra um incomum objeto no céu.

Esta tapeçaria do Século XIV nos mostra um incomum objeto no céu.

No templo de Saqquara, Egito, temos o relevo desse curioso personagem

No templo de Saqquara, Egito, temos o relevo desse curioso personagem

Observem atentamente esses relevos no templo de Abydos, também no Egito. Uma delas não se parece exatamente com um helicóptero?

Observem atentamente esses relevos no templo de Abydos, também no Egito. Uma delas não se parece exatamente com um helicóptero? Outras não lembram naves espaciais?

Os defensores dessa tese nos apontam evidências perturbadoras nas passagens de diversos documentos tidos como sagrados por várias culturas, incluindo a Bíblia que você tem aí na sua casa.

(Não quero ser acusado de plágio, portanto cabe dizer que pra escrever esse texto estudei a matéria de uma revista Ufo, a mais séria nesse assunto que tenho notícia. A revista em questão é a nº 65, de julho de 99. A matéria se chama Extraterrestres nos Livros Sagrados, e foi escrita pelo grande Marco A. Petti, co-editor.)

Entre visões, profetas, anjos e carros de fogo, os eventos narrados nas páginas apócrifas do Livro de Enoque parecem ser os que contém os caracteres mais explícitos. O patriarca bíblico nos fala abertamente de anjos que desceram do céu em numero de 200 e engravidaram mulheres da Terra, criando seres híbridos aberrantes, inclusive Noé. No capítulo 104 ele faz uma série de observações sobre a aparência peculiar do homem que construiu a Arca, e termina concluindo que “com certeza não é da nossa espécie”.

No Êxodo, o texto nos diz que os israelitas fora guiados para fora do Egito por um objeto voador que chamavam Anjo de Deus, mas tal Anjo era corpóreo o suficiente para se locomover emanando “colunas de nuvem e fogo”. Nesse caso específico, existem figuras milenares que parecem corroborar a teoria ufológica.

Nessa pintura de Moisés recebendo as Tábulas da Lei, objetos indistintos pairam no horizonte.

Nessa pintura de Moisés recebendo as Tábulas da Lei, objetos indistintos pairam no horizonte.

No 19º capítulo, Moisés recebe indicações para afastar as pessoas a uma distância segura, pois o Senhor iria descer, segundo o capítulo precedente no interior de um objeto luminoso envolto em fogo e fumaça.

Nosso filme refere-se diretamente a uma das passagens mais impressionantes da Bíblia, àquela narrada por Ezequiel. O profeta estava à beira de um rio, quando um fenômeno no céu chamou sua atenção.

“Aconteceu no trigésimo ano, no quinto dia, do quarto mês. Estando eu com os exilados, junto ao Rio Quebar; se abriram os céus e tive visões de Deus (…). Olhei, e eis que um vento tempestuoso e uma grande nuvem com fogo a revolver-se; esplendor ao redor dela, e no meio disto uma coisa como metal brilhante que saía do meio do fogo.”

A descrição, além de absolutamente clara e sóbria, vem ainda com informações sobre data e local, o que permite aos estudiosos descartar qualquer possibilidade de fenômeno metereológico ou astronômico.

Apesar do choque que tais inferências possam acarretar aos mais puritanos, os ufólogos apontam indicativos de fenômenos extraterrestres mesmo no Novo Testamento, a começar pela Estrela de Belém.

Essa peculiar estrela é descrita primeiramente em movimento, para depois se imobilizar sobre determinado ponto, conhecido de todos nós. Em Matheus, capítulo 9 comprova-se isso:

“Depois de ouvirem o rei, partiram e eis que a estrela que viram no ocidente os precedia, até que chegando pairou sobre onde estava o menino.”

Não sei quanto a vocês mas eu fico arrepiado. Independente de se era um fenômeno ufológico ou divino (quem sabe uma mistura dos dois), o objeto devia obrigatoriamente estar num plano muito mais baixo que a lua, para que pudesse dar a impressão de pairar sobre um ponto tão específico.

É extraordinário, de qualquer forma, que documentos da mesma época narrem avistamentos ufológicos pelos céus em diferentes partes do mundo, em especial Roma, porém sem atribuir-lhes caráter divino. De fato, na capital italiana (que diga-se de passagem depois se tornaria sede do cristianismo ocidental) encontramos fartos relatos de sóis noturnos, luas, escudos voadores, etc.

Tapeçaria de 1538. Olhem o céu, eu contei quatro deles

Tapeçaria de 1538. Olhem o céu, eu contei quatro deles

Essa incrível tapeçaria chamada Cenas da Vida da Virgem Maria nos mostra no canto superior esquerdo imensa evidência de presença alienígena durante o período medieval

Esta incrível tapeçaria chamada Cenas da Vida da Virgem Maria nos mostra no canto superior esquerdo imensa evidência de presença alienígena durante o período medieval

Dentre toda documentação, o que comprova mais explicitamente a atividade ufológica nos tempos antigos, em especial nos anos que envolveram a vida de Jesus, parecem ser mesmo as obras de arte, pois estão menos sujeitas a interpretações alternativas.

Vocês poderiam objetar que quem produziu as obras não viveu na época de Cristo, e portanto acrescentou esses elementos usando uma certa licença poética. Bem, é claro que esses pintores não estiveram lá. Mas acredito que a visão dos ufos nesses períodos, em que não existiam veículo automotores e muito menos aviões, estariam revestidos por uma restrita ótica divina. Posteriormente, quando iam pintar as imagens, é natural que quisessem acrescentar esses elementos num tema divino.

Um quadro impressionante foi pintado por Carlo Crivelli no ano de 1486 e mostra a Virgem Maria arrebatada por um facho de luz que desce de um objeto ovalado no céu.

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Não entrarei aqui na discussão sobre a natureza divina de Jesus, apenas direi que acredito nela. Não encontrei nenhum indicação oriunda de fontes sérias que afirmassem ser Cristo uma espécie alienígena superior que teria visitado a Terra numa missão qualquer. Não é disso que se trata. Entretanto, acredito numa natureza alienígena de Cristo no momento em que afirmo sua origem divina, e portanto, extraterrestre.

Além disso, não vejo razões para desacreditar que os ETs que hoje nos visitam e estudam, portadores de domínio tecnológico sobre o tempo e espaço, não teriam razões para visitar uma época tão importante para a formação de boa parte da cultura mundial. E não sinto qualquer dificuldade para crer que Jesus, em sua sabedoria divina, possa ter tido relações com esses seres.

"O Batismo de Cristo" de 1710

"O Batismo de Cristo" de 1710

Muitos estudantes hoje sabem que a física moderna, assim como a psicologia depois de todo aquele surto no início do século XX, ergueu-se tanto em sua verticalidade empírica que ultrapassou os limites do conhecido, tocando nas raias daquilo que comumente chamamos sobrenatural.

Alguns físicos modernos já sugerem, dentro de suas equações incompreensíveis, que nosso universo material não passaria de uma marionete controlada por uma realidade mais vasta e inefável, o mundo espiritual.

Platão deve estar sorrindo de lá.

“A entidade que ficou conhecida como Jesus evidentemente já existia antes de sua manifestação há dois mil anos (…) Portanto, o objetivo [da concepção miraculosa de Maria] era a geração de uma estrutura física sem as limitações que os humanos normais apresentam, para que quando a entidade se apossasse daquele corpo, pudesse então manifestar todos os poderes inerentes à sua evolução espiritual” , nos diz Marco A. Petti. Para vocês há alguma distorção do pensamento cristão?

Numa outra figura renascentista da série A Virgem e o Menino vemos reforçadas as hipóteses ufológicas com perturbadora clareza diante da presença de um objeto redondo pairando entre as nuvens.

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Aqui vocês percebem que uma pessoa e um cachorrinho atento observam o ufo no céu.

Aqui vocês percebem que uma pessoa e um cachorrinho atento observam o ufo no céu.

A descrição dos anjos e suas roupas, a paralisação decorrente desses contatos, os tremores de terra, a aparência e o som desses veículos aéreos, tudo isso pode ser fartamente encontrado não apenas nos relatos atuais, como também no livro que é considerado sagrado para 2 bilhões de seres humanos, dentre outros documentos arcaicos.

Ano de 776

Ano de 776

Se era uma estrela cadente ou cometa, porque o artista quis nos dar a impressão de que o objeto era definível dentro do facho luminoso, provavelmente de metal?

Se era uma estrela cadente ou cometa, porque o artista quis nos dar a impressão de que o objeto era definível dentro do facho luminoso, provavelmente de metal?

No Monastério de Detchani, na antiga Iuguslávia, existem afrescos de 1350 que mostram cenas do Antigo e do Novo Testamento. Na crucificação, dois objetos redondos aparecem no céu, um de cada lado da cruz.

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Um dos objetos presentes no afresco

Um dos objetos presentes no afresco

No outro lado há este. Atentem que a posição dos braços indica claramente um controle sobre a aparelhagem que guia a "estrela"

No outro lado há este. Atentem que a posição dos braços indica claramente um controle sobre a aparelhagem que guia a "estrela"

Na ressurreição, o próprio Cristo aparece pilotando um deles. Os estudiosos crêem que essas ilustrações tenham sido tiradas de figuras mais antigas que se perderam.

Na mais antiga igreja da Geórgia, na Rússia, há pinturas semelhantes. A Ressurreição de Jesus Cristo, mostra o salvador dentro de um aparelho que solta fumaça rodeado de anjos, um ícone hoje preservado pela Academia Conciliar de Moscou.

Em um afresco do século XVII exposto na Catedral Svetishoveli, em Mtskheta, dois objetos alçam vôo das laterais do Cristo crucificado

A crucificação

A crucificação

Em Londres, um relevo em marfim mostra Jesus ascendendo no interior de um objeto ovalado, que sobe ao céu propulsionado por chamas que saem de sua base.

O assunto é intrigante, e dá margem a amplas discussões. Fiquem a vontade.

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Por fim, uma breve análise psicosociológica do filme. Podemos notar que ele se encaixa na classificação de filmes catástrofes que fazem tanto sucesso nesse início de século. Se prestarmos atenção, esse filão vem se agravando.

Não li isso em lugar nenhum mas percebo que os filme das década de 80 ou mesmo 90, quando queriam mostrar o Apocalipse, geralmente projetavam a história no futuro, como Blade Runner, Fuga de Los Angeles, O Exterminador do Futuro, O Juiz, etc.

Agora, o fim do mundo hollywoodiano acontece em nossa própria época, como vemos em O Dia Depois de Amanhã, Guerra dos Mundos, O Dia Em Que A Terra Parou, entre outros.

Ironicamente, mesmo com nossos aviões ultrasônicos, dentes limpos, supermercados ascépticos e foguetes, vivemos numa sociedade tão histérica quanto à medieval. Se lá o medo opressor era o Demônio, hoje o que maquina sombriamente em nossas mentes é o “Aqueciemento Global”. Acreditamos viver na iminência de um desastre ecológico irreversível. A natureza tornou-se uma donzela em perigo que necessita ser salva das garras da espécie mais terrível, hedionda e imunda que ela própria criou: Nós.

Isso acontece porque não conseguimos escapar ao pêndulo que leva as sociedades de uma ideologia a outra, inexoravelmente. Vivemos agora o resultado de alguns séculos de inocente pilhagem, quando o homem julgava a natureza provedora infinita de recursos. Junto com o constatação de que não é bem assim, veio a histeria mórbida, e agora achamos que estamos a beira do fim do mundo. O historiador Robert Muchembled já havia analisado que em O Iluminado o que vemos é a vingança dos mais jovens contra os pais, representantes da geração destruidora.

Em Presságio e em outros filmes vemos o romper desses limites. As crianças são escolhidas para habitarem um novo mundo, enquanto os adultos ardem no inferno que eles mesmos tramaram. Vivemos uma época em que o sentido da inevitabilidade do caos se apodera das mentes.

O fim do mundo não é mais amanhã, e sim agora.

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6 Comentários

  1. Não li o post pq não vi o filme, pq? NICOLAS CAGE!

    Nada mais a declarar…

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Não vi o filme, mas li o post, tenho minhas restrições quanto aos “indicios” do aparecimento de ovnis….Mas se eles existirem quero o meu volcano, de preferência o Zachary Quinto!

  3. Perfeita postagem…
    Concordo em tudo que foi escrito!!!
    E acredito que o autor deste post sabe mais do que escreveu… rs.

  4. ufa… que texto hein, eu li quase tudo, é legal saber que existem pessoas que pensam como eu ^^ \o/

  5. Eu assisti o filme e encontrei tudo o que queria ver numa ficção, não deixem de assistir “visões do apocalipse” no extras do próprio filme.
    E veja também a semelhança que ele tem com “O dia em que a terra parou”!

  6. eram os deuses astronautas


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