Leituras de 2005

(163) Viagem ao Redor da Lua – Júlio Verne (20/02/05)

(164) Darwin, a Vida de um Evolucionista…(repeteco) – (26/02/05)

(165) Os Treze Problemas – Agatha Christie (10/03/05)

(166) Homens e Caranguejos – Josué de Castro (20/04/05)

(167) O PEQUENO PRÍNCIPE – Antoine de Saint Exupéry (26/04/05)

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Todos os livro de Exupéry são pura poesia.

(168) A Máquina do Tempo – H. G. Wells (repeteco!) (01/05/05)

(169) O DIÁRIO DE ANNE FRANK – Anne Frank (12/05/05)

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Livro belíssimo, marca o início de meu interesse pelo nazismo.

(170) A METAMORFOSE – Franz Kafka (22/05/05)

A Metamorfose

Totalmente surreal!

(171) O CÓDIGO DA VINCI – Dan Brown (30/05/05)

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Sim, como não?! Muito legal. Diversão garantidíssima.

(172) A MONTANHA MÁGICA – Thomas Man (11/06/05)

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Que me perdoem os intelectuais e as feministas, mas eu detesto a chamada Clarice Lispector. Vejo aquelas sobrancelhas arqueadas e enxergo um senso se superioridade com o qual antipatizo. Sem falar que não entendo nada do que ela escreve. Entretanto, como essa vida é cheia de ironias, devo chamar aqui um pequeno fragmento dela, logo dela, para falar do livro mais extraordinário que já li. É que nutro por esse livro um sentimento tão íntimo, tão forte que tenho medo de tentar exprimi-lo, pois sei que “no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.”

Nelson Rodrigues, que aliás é outro que não simpatizo muito, hehe, também disse que se deve “ler pouco e reler muito. Ao longo da vida encontramos três ou quatro livros bons, diante dos quais todo o resto parecem mais áridos que três desertos”, mais ou menos isso. A Montanha Mágica é um desses livros, na verdade o maior, aquele mais inexprimível.

Alguns críticos (sim, há críticos para ele) acusam Thomas Man de ter criado um romance enorme, cerca de mil páginas, sem roteiro. A história toda se passa num sanatório para doenças respiratórias fincado no alto de uma montanha suíça, onde os mais diversos personagens, reunidos pelo infortúnio da doença, travam relações complexas.

Queria poder mesmo exprimir tudo o que sinto, mas sinceramente me sinto incapacitado. Para os mais interessados, transcrevo a seguir uma parte do resumo contido na orelha:

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“A ação transcorre na aldeia suíça de Davos-Platz, no sanatório Berghof. Aí se vêem reunidos pela doença elementos de todas as raças e credos humanos. Aí se entrelaçam problemas, inquietações, sofrimentos, ilusões dos mais diversos matizes psicológicos. Aí, ainda que isolados do mundo da “planície”, os personagens, conscientemente ou não, padecem a influência dos acontecimentos de um continente dilacerado. [é que a história se desenrola alguns anos antes da Primeira Grande Guerra].

Hans Castorp, o herói, chega a Berghof em visita a seu primo. Ao seguir o conselho médico de que nada perderia se passasse alguns dias cumprindo o mesmo regime de vida dos internos, descobre, quase por acaso, que também está doente. Inicia-se, assim, seu período de adaptação. A vida no sanatório obedece a uma monotonia rígida, e o temperamento, já de natureza passivo, de Hans Castorp encontra terreno fértil para expandir-se. Ele entra em contato com diferentes personalidades, dedica-se ao exame das idéias de cada uma delas, ao mesmo tempo que se põe a aprofundar os grandes temas da fé, da morte, da ciência, da filosofia, do amor e do tempo.

À evolução da doença passa a corresponder o desenvolvimento humano de Hans Castorp. A media que aquela se instala em seu organismo, Castorp vai perdendo as características de um jovem burguês encarcerado nos hábitos e costumes de sua classe. Assume, então, uma postura intelectual em que se debatem as questões feitas por todo homem que se interroga diante da vida.

A montanha mágica é, na verdade, o mais completo retrato de uma vida à procura de um sentido que a explique e justifique. Nada existe em si e por si mesmo; o mínimo gesto individual se conjuga a uma infinidade de ações e reações cuja exata medida é o próprio universo humano que o motiva, o recebe e o transforma.”

Não consigo exprimir mais.

(173) Quem Mexeu no Meu Queijo? – Spencer Johnson (13/07/04)

(174) O DESPERTAR DOS MÁGICOS – Louis Pauwels & Jacques Bergier

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Livro excelente também, pra quem quiser saber mais sobre as minhas opiniões sobre ele, leia a introdução do meu post Hitler e a Alemanha Nazista Sob o Enfoque do Realismo Fantástico.

(175) A Face Oculta da Mente – Oscar G. Quevedo (17/08/05)

(176) AMOR É PROSA SEXO É POESIA – Arnaldo Jabor (24/09/05)

amor é prosa

Como comentarista político que é, considero Jabor um perigo, porque ele fala tão bem que corremos o risco de acreditarmos em qualquer coisa que diga. Porém, quando ele fala sobre o amor, é primoroso.

(177) OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA – J. J. Benitez (27/09/05)

operaçao cavalo de troia

Dois militares americanos voltam no tempo para a época em que Jesus de Nazaré estava entre nós, e o autor diz que é tudo verdade. Podem dizer o que quiserem, mas o nível de detalhes do livro me colocou uma pulga atrás da orelha.

(178) Admirável Mundo Novo (repeteco) – Aldous Huxley (05/10/05)

(179) A Tempestade – William Shakespeare (23/10/05)

(180) O Mercador de Veneza – W. Shakespeare (05/11/05)

(181) O Hobbit – J. R. R. Tolkien (09/11/05)

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